sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Valeu Magrão!!!

Grande Magrão, mas um colorado que deixa de vestir o nosso manto sagrado. Boa sorte para ele nas arábias, e para o Colorado, que fica sem dois no meio de campo, porque o Giuliano está a serviço da sub-20. Se já estava difícil assumir a liderança, vai ficar mais ainda a essas alturas do campeonato!!! Bola pra frente e não ta morto que peleia tchê!!!!!!!!

Rafa, Nano, Rodrigo e Gringo no Beira Rio!!!


O Rafa já dizia no vídeo: "Magrão nasceu pra jogar no Inter".
Mal sabia ele que este seria seu último
jogo com o manto sagrado!!! Joga muito
esse Magrão!!!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Faroeste colorado: zaga tem soldado, índio, xerife e general.

Imagine a situação. Um articulador adversário recebe a bola pelo meio e decide partir na direção do gol defendido por Lauro. De repente, surge Guiñazu na frente dele. Já é um problemão. Mas o atleta, bom de bola, consegue deixar o argentino do INTER para trás. Aí aparece Magrão, que nunca, sob hipótese alguma, está de brincadeira. Só que o articulador, em grande jornada, também se livra do volante. Aí ele respira aliviado e pensa que está mais perto do gol. Ledo engano. Para chegar lá, ele ainda terá que passar pelo faroeste da zaga colorada.

Um soldado, um general, um xerife e um índio formam uma defesa que se solidificou e está há três jogos sem levar gols. Parece o forte apache, um dos brinquedos mais clássicos dos anos 80. O cargo dos jogadores vem de apelidos do passado ou de brincadeiras entre eles.
Fabiano Eller é chamado de soldado no Beira-Rio desde a primeira passagem pelo Inter. Bolívar foi apelidado de general por torcedores. Tem até música assim. Sorondo, na verdade, não é chamado de xerife, mas a presença do uruguaio, especialmente como líbero, justifica a expressão. Ele costuma cortar todas por cima. E o índio... bom, o índio é o Índio. Simples assim.

Os jogadores se divertem com a situação. Bolívar tira sarro do amigo Fabiano Eller, de cargo inferior no faroeste vermelho.

- General manda no soldado. Ele tem que bater continência para mim – disse Bolívar.

- Pô, vou ter que respeitar a hierarquia mesmo – respondeu Eller.

A história de Índio, Fabiano Eller e Bolívar está ligada aos recentes títulos do Inter. Os três estiveram juntos na conquista da Libertadores. Índio era reserva, mas jogou a final, contra o São paulo. No Mundial, já sem Bolívar, o Colorado bateu o Barcelona com Índio e Fabiano Eller lado a lado. Na Sul-Americana, foi a vez de Bolívar e Índio atuarem juntos, com o primeiro como lateral direito. Sorondo chegou em 2007 e foi prejudicado por repetidas lesões. Não teve a mesma sequência dos colegas, mas também é admirado pela torcida. Recentemente, se naturalizou brasileiro.

Fabiano Eller “roubou” o posto de soldado de um ex-colega. A brincadeira começou com Fabinho, atualmente no Fluminense.

- Ele chamava todo mundo de soldado, mas era meio tímido. Eu sou muito mais bagunceiro, aí comecei a falar também. Quando vi, eram as pessoas que estavam me chamado de soldado – lembrou Eller.

Para Bolívar, o apelido de general é motivo de orgulho. Em dias de jogos, ele ganha motivação ao ouvir a torcida cantando a música em homenagem a ele.

- Adoro. Eu cresço uns dez centímetros quando ouço isso. Acho muito bacana mesmo. General é um posto importante, de comando, e eu gosto de me impor dentro de campo. É um orgulho para mim.